Escolhas e julgamentos maternos

Quem me acompanha nas redes sociais e aqui pelo blog já sabe que gosto muito de “desromantizar” a maternidade, e que não acredito que existam fórmulas mágicas ou manual de instrução que “ditem” como se criar filhos, ou como ser uma boa mãe.

Então a Philips Avent me convidou para falar um pouco mais sobre minhas escolhas como mãe. Claro que topei, afinal acredito que quanto mais pudermos falar sobre isso, quanto mais pudermos “desconstruir” essa ideia de que só existe um jeito certo para ser mãe, mais leve e feliz será maternar.

Philips Avent também acredita nisso, e por isso criaram uma comunidade para fomentar a discussão saudável sobre as diferenças a opiniões individuais. Como eu, eles acreditam que não existe certo ou errado na maternidade, e sim decisões baseadas na intuição, crença ou conhecimento de cada pai e mãe, que devem ser respeitadas.

Então que outro nome melhor para representar essa comunidade do que Escolhas de Mãe? E que outro assunto melhor para que eu falasse do que julgamentos maternos? Afinal quando nasce uma mãe, nasce junto com ela julgamentos, palpites e milhares de fórmulas mágicas de como criar um filho não é mesmo?

Aproveito para convida-las a ler meu texto lá no Escolhas de MãeSer mãe é viver em constante julgamento? e deixar sua opinião. Tenho certeza que muitas conseguiram se identificar com minha reflexão que mais parece um desabafo. rs

Vamos falar e refletir sobre o tipo de maternidade que estamos vivendo e nossas escolhas como mãe!

Beijos

“Este post foi patrocinado por uma empresa que o A Mãe Coruja confia e acredita no nosso trabalho.”

 

Author: Débora Nunes

idealizadora do amaecoruja.com, 31 anos, mãe da Clara, do Caio, e da Olívia! Entusiasta da maternidade real acredita que toda mãe deve se dedicar aos seus filhos sem deixar seus demais papéis (mulher, profissional, esposa, amiga, filha...) de lado.

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1 Comment

  1. Cada mãe tem o seu jeito de cuidar e educar seus filhos da melhor maneira possível. É incrível como ainda existe tanto preconceito e julgamento em relação à maternidade. Sofro isso na pele! Mas espero que com o empoderamento feminino as próximas gerações consigam viver melhor a maternagem consciente. beijos, adorei seu post!

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